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Como vocês sabem, o mundo inteiro já estava se mobilizando para arrecadar recursos para ajudar os sobreviventes do terremoto que aconteceu no dia 25 de abril no Nepal, mas agora a situação (que já estava terrível) se agravou.

As pessoas lá estão em pânico, as crianças estão traumatizadas e precisamos ajudá-los. Além disso, é época de chuva no Nepal e a população está desabrigada, dormindo nas ruas… Isso pode gerar uma crise humanitária, porque as doenças podem se espalhar com muita facilidade.

A ONG Plan International está em campo, em todas as regiões atingidas (inclusive nas mais distantes e de difícil acesso) distribuindo lonas, cobertores, alimento, água e outros materiais de primeira necessidade, Além disso, a Plan está construindo espaços temporários para as crianças ficarem em segurança, poderem brincar e ainda receberem apoio psicológico.

Vamos doar para ajudá-los?

Basta acessar o link: http://bit.ly/AjudeONepal , fazer a sua doação (qualquer quantia vale)

R$ 25 pode fornecer cobertores a 1 família, incluindo 3 crianças.

R$ 50 pode fornecer 3 kits sanitários a uma família, incluindo 3 crianças.

R$ 100 pode fornecer um kit de abrigo temporário para uma família, incluindo 3 crianças.

R$ 2,000 pode fornecer kits sanitários a 125 famílias, incluindo 375 crianças.

Bem menos que um batom ou aquele sapato que você estava prestes a comprar, concordam?

Na página da Plan International Brasil tem bastante informações sobre o Nepal e sobre todo o trabalho que a ONG está fazendo – além de todas as atualizações sobre a situação nepalense.

O Linda Por Dentro apoia essa causa. Coloque também o selo nas suas redes sociais / e mande pelo whatsap junto com o link: http://bit.ly/AjudeONepal

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escrito por
erica
Erica Hans tem 28 anos e quer que todo mundo seja feliz. Além disso, é sócia/diretora da Hollic Social Media.
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14/05/2015

ouvir melhor do que falar quem ouve

 

Eu sempre fui dessas que falava muito.

Falava da minha vida, falava o que ia fazer, falava o que achava, falava demais.

Com o tempo, fui percebendo que falar não é muito legal.

 

As pessoas mais espertas que eu conheço falam pouco.

Quando falam, não falam de si – sempre se resguardam.

Quem fala, se compromete.

Dar uma opinião sem ser necessário é arriscado.

Falar significa envolver-se na situação mesmo que ela não seja sua.

Falar dos outros então pode ser letal.

Tem quem ache que falar dos seus planos pode atrair energia ruim. A tal da “inveja”.

Falar demais da sua vida pode dar espaço a julgamento, por mais correto que você seja.

 

Já ouvir, ouvir é genial.

Ouvir significa receber e mastigar livremente em sua mente a matéria expelida pelos outros.

Ouvir significa ter posse. Posso da opinião. Posse da ideia. Posse do julgamento.

 

Falar é doação. É entrega.

 

Quem ouve, ganha tempo.

Pensa. Reflete. Resguarda.

 

Falar é pó.

Ouvir é ouro.

 

Diz o ditado que temos 2 ouvidos e só 1 boca pra ouvir mais.

Mas eu acho que no fundo é porque a gente devia ter é dois cérebros,

para pensar direito antes de falar.

escrito por
erica
Erica Hans tem 28 anos e quer que todo mundo seja feliz. Além disso, é sócia/diretora da Hollic Social Media.
06/05/2015

Eu hesitei um pouco para escrever esse post porque para ser sincera, eu ando numa fase em que eu estou com preguiça de discussão e polêmicas. Tô bem mais pra ficar quietinha no meu canto curtindo as coisas que eu gosto do que entrar em mimimi de mural de Facebook. Mas esse assunto foi e voltou na minha cabeça algumas vezes então eu vou falar.

Essa semana saiu a capa da Elle com a blogueira Ju Romano (que sim, é bonita, cheia de atitude e merece ser capa de uma revista).
Milhares e centenas de pessoas aplaudiram e elogiaram o quanto essa ação é importante para quebrar os padrões de estética e beleza pregado pela mídia e pelo mundo da moda. Concordo.

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Eu acho maravilhoso o que a Elle fez e merece sim ser aplaudido.

Mas eu daria apenas 10 aplausos, e não 100.

Em meio ao movimento feminista que ganha cada dia mais força e está pronto para atacar qualquer campanha publicitária (vide ao que aconteceu só esse ano com Skol, Always e Risqué), é muito inteligente para uma marca levantar essa bandeira de “somo a favor da diversidade”, “#vocênacapa”, “quebramos os padrões”. Isto gera identificação, aceitação de marca e voilá – mais assinantes pra revista.

 

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Mas me respondam a essa pergunta:

Será que a essa capa da Elle não é só mais uma capa entre as 12 do ano que vão ser com modelos esquálidas, pessoas extremamente retocadas ou o padrão de sempre?

Será que essa capa não é como aquele cara dá uma mancada atrás da outra e um dia aparece arrependido com presente? E depois continua dando mancada?

Convido vocês a observarem o que vai acontecer daqui pra frente. Se a Elle vai continuar merecendo essa posição que ganhou ao fazer isso. Se na próxima revista, vai ter celebridade sem retoque na pele, gente com IMC normal mas sem afinar a cintura, plus size e afins.

Parece um absurdo que um ato como esse precisa ser mega aplaudido. Por isso eu repito: só vou aplaudir quando eu ver que isso virou o novo padrão e não mais um truque de marketing para aumentar o engajamento e vender revista.

Alguma aposta?

escrito por
erica
Erica Hans tem 28 anos e quer que todo mundo seja feliz. Além disso, é sócia/diretora da Hollic Social Media.
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05/05/2015

Imagination

Eu li em algum lugar que desde criança nós costumamos saber o que queremos fazer nesta vida.

Toda criança costuma brincar que vai ter ao menos 3 profissões: ser jogador de futebol, médico e astronauta.

Eu dizia que ia ser cantora, pianista e apresentadora de televisão.

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Em uma apresentação de piano, aos 5.

Aos 17 anos de idade, que é quando geralmente temos que tomar uma decisão sobre nossa carreira, geralmente não sabemos nada da vida. Não somos tão diferente assim daquela criança cheio de devaneios. O mundo ainda parece ser uma máquina mágica feita pra realizar nossos sonhos.

Mas o tempo passa e a gente cai nos clichês da humanidade: alguns acabam sendo o que o pai queria ser, outros, o que a circunstância da vida pode proporcionar.

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Aos 26, depois de 12 longos anos de estudos. (Ah! Decidi que não queria ser pianista. ;D)

É incontável o número de pessoas que está infeliz com a sua carreira. E digo ainda mais: que está infeliz com a sua vida porque a sua vida se confunde com a sua carreira. Passamos a maioria do nosso tempo nos dedicando ao nosso ofício e mal sobra espaço para fazermos o que realmente gostamos.

Por isso eu digo: de uma forma ou de outra, volte ao seu sonho original.

Se não deu pra ser astronauta, dá pra fazer o curso livre de astronomia no final de semana.

Não conseguiu abrir um restaurante? Convide os amigos e dê uma de chef, assim mesmo, em casa.

Se não deu pra ser cantora, dá pra tocar o seu acústico e subir no Youtube, com os colegas de classe.

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Não conseguiu ser atriz? Organize o seu próprio curta metragem e aproveite para distribuir seu conteúdo online. A internet é realmente uma poção mágica.


Eu acredito que existe uma chance para todo mundo ser feliz e fazer o que gosta. Se não puder viver disso, que faça no seu tempo livre. Desfrute do seu sonho pelo simples prazer e não pela necessidade de ganho financeiro.

Você pode ser quem você queria ser, desde que você não espere viver dos ganhos disso.

(Pense pelo lado bom: se você for ruim, não tem pressão, afinal, vai fazer pelo seu próprio prazer!)

– Se você não faz algo por amor, por que mais deveria fazer?

escrito por
erica
Erica Hans tem 28 anos e quer que todo mundo seja feliz. Além disso, é sócia/diretora da Hollic Social Media.
20/04/2015