[Se você é uma daquelas pessoas que se sente um escravo amaldiçoado pela genética porque precisa comer direitinho SEMPRE e malhar SEMPRE para não engordar… leia este post.]

sa

Aí minha terapeuta falou pra eu pegar leve com “minha obsessão em comer direito” e dar uma “relaxada”.

Decidi então ser uma pessoa “normal” essa semana e pedir delivery, comer umas trasheiras, não malhar…

Resultado:

Tô passando muito mal do estômago. Me sentindo o Michelin. 

michelin

Estou aqui pensando: por que o normal não pode ser saudável?

Porque quem treina todo dia, come bonitinho, prefere integral-orgânico-e-afins é tachado de neurótico?

Eu sei que o problema não é ser natureba, e sim que isso deve ser uma atitude orgânica (com a permissão do trocadilho) , ou seja, comer pela preferência e não porque cada escolha saudável vem com aquela lista mental “não-posso-comer-isso-porque-vou-ficar-gorda-devo-malhar-hoje-se-não-vou-ficar-gorda-ninguém-ama-os-gordos”.

Resumo da ópera:

Vou voltar a ser saudável, mas desta vez, com a certeza de que vou comer o meu alface, meu grelhado, minha tapioquinha e correr meus 5k diários porque eu me sinto melhor assim.

Tirei da minha cabeça aquela coisa de que sou obrigada a fazer isso, porque “se não eu fico gorda. Porque se não minha saúde vai pro ralo. Vou envelhecer da melhor forma e porque – sorry to admit – o mundo conspira contra os gordos.”

Libertador.

Escolhi ser saudável porque eu gosto de ser assim. Porque me sinto mais feliz. Melhor.

nutellagrande

Isso tudo me levou a pensar em uma coisa.

Quantas outras coisas fazemos no automático porque achamos que é o certo, porque achamos que devemos fazer e sem saber que no fundo é o que mais nos faz feliz realmente? E  que outras coisas estamos fazendo no automático e no fundo não nos representa?

Farei mais experimentos. To be continued.

escrito por
erica
Erica Hans tem 30 anos e quer que todo mundo seja feliz. Além disso, é sócia/diretora da Social Media St..
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11/06/2014

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