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Quando estamos apaixonados, principalmente quando somos mais novos, fazemos boas loucuras.

Escrevemos e-mail, whatsapp, indireta no Facebook, declaração, tudo que é possível. Nos torcemos e retorcemos pra tentar conquistar a atenção do outro, nem que seja por um tiquinho. Sem preconceito. Sem orgulho. Sem medo de ser feliz.

Parece roteiro de comédia romântica, coisa de adolescente, burrice. Pode ser que já tenha até acontecido comigo ou com você.

Mas hoje me ocorreu o seguinte:

por que não nos dedicamos desta forma para conquistar ou resgatar pessoas que já são queridas?

quantas vezes nos afastamos ou deixamos afastar amigos ou familiares por alguma birra e não lançamos mão de todos esses esforços para trazê-los para perto?

Muitas vezes pensamos que as coisas deveriam ser assim:
se uma pessoa errou, te magoou (você não estando certa ou não), deveria ser responsabilidade dela reconhecer e vir atrás de você.

Se a pessoa não reconhecer – você não faz nada. Afinal, não é você quem deve avisar das falhas dos outros.

Mas quantas pessoas já deixamos no caminho por causa disso?

Quantas vezes pensamos “mas se fulano preferiu fazer isso, ou “escolheu” tal pessoa, eu lavo minhas mãos”.

Será que a gente não devia ir lá e resgatar, laçar, segurar pelos ombros e dizer: ei, eu quero você por perto, não importa o que aconteceu.

Por que não investimos a mesma garra que colocamos em romances adolescentes para resgatar a relação que tínhamos com nossos pais? Com nossos amigos de verdade? Com nossos filhos? Com aquelas pessoas que realmente significam na nossa vida?

Não deixe escorrer pelos seus dedos as pessoas que importam, porque erros todos nós cometemos, de formas e maneiras diferentes. Cada um tem uma forma de pensar, agir e se expressar – se todo mundo se expressar em silêncio, passaremos a vida inteira em branco, sem trocar as farpas necessárias que depois se tornarão abraços.

Pense em quem você já investiu e dedicou seu tempo e não valia nada.
Pense de quem você se afastou porque tinha “inimigos” por perto
…. e assim se afastou de quem você mais ama?

Hoje, escolha ser a pessoa pura. Que,
embora todos os poréns, vai de alma limpa
apenas buscando uma coisa:

viver no caminho do amor.

Gostou do post? Volte amanhã que tem mais. Não esqueça de curtir, assim você me incentiva a continuar escrevendo ;)

escrito por
erica
Erica Hans tem 30 anos e quer que todo mundo seja feliz. Além disso, é sócia/diretora da Social Media St..
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05/08/2015

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Trabalhar com social media te traz uma lucidez quanto à sociedade:

infelizmente, o que mais interessa para as pessoas em termos de conteúdo é

1) consumo 2) aparência 3) futilidades 4) tragédia .

Talvez realmente nesta ordem.

Não que a TV e as mídias offline já não tivessem identificado isso, mas fica tão nítido nas redes sociais.

Mas como viver num mundo onde a futilidade virou o padrão?

Será que o “fútil”, o “supérfluo” ainda existe ou já que vivemos numa época onde tudo gira em torno de consumo, esse termo cai e perde o sentido?

Numa época guiada pelo “ter”e não pelo “ser”, será que a gente ainda tem a propriedade de dizer que “isto é fútil, isto é útil?”.

Se pararmos para olhar, os vídeos, matérias e sites mais acessados são de conteúdos orientado por: beleza (tutoriais de maquiagem), moda (look do dia), comprinhas e favoritos do mês (produtos, produtos e mais produtos). A seguir, vem mais estética: cremes, hidratantes, serums, clareadores, emagrecedores. Depois, o corpo:  Fit, lookfit, diet, light, sem glúten, proteico.

Num tempo onde o convênio paga para um profissional de saúde (para efetuar um procedimento cirúrgico que envolve bons 12 anos de estudo) , bem menos do que uma “celebridade do instagram” cobra por uma singela foto, como vamos orientar a nossa geração?

Será que é fútil gravar o vídeo de favoritos do mês e ganhar 10 mil por isso ou vale a pena estudar em período integral ininterruptamente e salvar vidas por 400 reais à cirurgia?

Eu ouço o tempo inteiro: os valores estão invertidos.

Será que ainda temos valores?

Não estou desmerecendo o trabalho de inúmeros blogueiros, youtubers, twitteiros, instagrammers ou quem quer que leve as redes sociais como um trabalho (sim, dá trabalho, pra caramba).

O meu ponto é que do outro lado, todas as profissões sofrem uma desvalorização absurda.

Quem rege o mundo é quem vende produto.

Quem vende produto vende futilidade? (Ou a gente precisa mesmo de três tipos de demaquilante?)

Quem compra produto, sustenta esse sistema. (Não é a toa que tem dentista aplicando botox. Todo mundo quer sobreviver.)

Eu não sei o que eu vou falar pros meus filhos.

E vocês?

 

 

 

 

 

 

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erica
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05/06/2015

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Eu passei muito tempo da minha vida achando que eu deveria cumprir com algumas missões.

Com o passar dos anos, a lista foi aumentando, a exigência extrapolando..mas isso não quer dizer que eu cumpri com a maioria delas.

Na minha lista eu tenho coisas como: acordar cedo, malhar todos os dias, comer a quantia perfeita de proteínas e (quem sabe) carboidratos, carregar um cabelo digno de comercial de TV, um corpo delineado,  uma carreira impecável, clientes me amando, um relacionamento dos sonhos (e extremamente estável), a lista de livros, opiniões políticas e notícias em dia e horas o suficiente dedicado à família, aos amigos e ao espírito.

Dia após dia eu me dedico a me culpar por ser fraca e falha ao não cumprir com todos esses itens.

Não acordou cedo? Falha. Não comeu direito? Falha. Não teve pique pra malhar? Falha. Foi pra academia mas não ficou pelo menos 1h30 de treino? Fraca. Se importou com o que lhe disseram? Fraca. Ficou triste porque fulano fez x com você? Fraca. Nasceu espinha? Falha. Cabelo seco? Ferrada. Se sentiu sozinha? Carente. Teve raiva de alguém? Pouco espiritualizada.

Tem mais: os meus projetos pessoais. Não postou no blog todos os dias? Falha. Não gravou video pro Youtube? Fraca. Só fala. Não fez fotos legais pro Instagram (porque isso ajuda a bombar o blog?) Desfocada. Gastou demais e não comprou os equipamentos devidos? Desorganizada.

E assim vai. Eu imagino que esse não seja um drama só meu, mas sim o de todo mundo.

Passo tanto tempo projetando quem eu deveria ser, me dedicando a me culpar…que mal abro espaço para me questionar: Será que eu realmente quero isso? Será que essa lista de itens ainda funciona pra mim?

Seria muito fácil passar a tarde gravando videos divertidos pro Youtube se eu fosse mais nova e estivesse o dia todo livre em casa, com nada para pensar a não ser o que alguém vai fazer pro almoço e torcendo pro fim de semana chegar. A mesma coisa pra academia: quando eu era mais nova, e até um tempo atrás, eu tinha muito mais pique e motivação para treinar.

Mas, preciso aceitar: tenho 29 anos, uma empresa e 100% responsabilidade da minha vida.

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Eu, corporativa e compenetrada.

Se amanhã, eu acordar, e não pensar nesses “tenho que ser tenho que fazer”, como seria?

Como seria comer o que eu tenho vontade? Como seria ir caminhar no parque porque sei lá, eu tô afim? Como seria escrever no blog, sem pensar e raciocinar meticulosamente cada linha e imagem perfeita que vai me trazer cada visita, e simplesmente cuspir o que está na minha cabeça (como estou FINALMENTE fazendo agora?).

Como será ligar a câmera e falar o que eu tenho vontade, sem pensar na luz, na qualidade, na maquiagem  e se a câmera não vai me fazer parecer gorda?

A verdade é que o tempo, a experiência e esse mundo de “metas” nos faz perder a espontaneidade, a inocência e virar um projeto de nós mesmos. Temos que ser bem sucedidos, profissionalmente e pessoalmente, e de quebra, magros (com um cabelo brilhante). Não podemos ter dias de merda e insônia porque na manhã seguinte tem aula de spinning às 6 da manhã. Reunião com cliente às 9. E almoço cheio de salada e proteínas ao meio dia.

Uma vez, uma terapeuta me disse que devia ser muito difícil viver na minha pele. Que nenhuma das pacientes dela, estava constantemente impecável, como eu sempre estava. Salto alto, make e unhas feitas, cabelo e roupas – tudo bonito. Ontem, enquanto conversava com uma amiga, ela disse que se sentia mal porque não conseguia ser “menininha” e usar rasteirinha e não fazer as unhas toda semana. Que ela diariamente se sentia mal e culpada por isso. Eu disse a ela que sofria da mesma coisa, só que ao contrário: não conseguia viver sem maquiagem e pelo menos 5 cm a mais nos pés.

Isso me faz pensar o quanto todo mundo tem suas cobranças e piras, cada um do seu jeito. O quanto viramos modelos de instagram e deixamos de sorrir sem perceber que podemos estar com alfaces nos dentes?

Hoje, exatamente hoje, durante um desses banhos em que você gasta muita água pensando na vida, me ocorreu “me dar um tempo”. Me observar para ver como é que eu me comporto sem esse monte de listas. Sem esse monte de “tenho que” e mais “estou afim”.

Eu li em algum texto do Osho que nada é pecado, e que a vida deve ser uma dança. Que nós humanos fomos feitos para atender os nossos impulsos e desejos, pois somos feitos deles, e não para sermos robotizados dentro de regras e deveres. Óbvio, que ninguém vai sair enchendo a cara e se drogando por aí, não é nada disso. Ele tá falando do básico mesmo. De respirar, de sentir, de querer, de ser gente.

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Não se iluda: essa sou eu fingindo que faço Yoga.

A partir de hoje, eu decidi que não sou uma dessas que eu achei que deveria ser.

Eu quero tentar ser eu. Mas antes eu preciso descobrir quem eu sou.

E quem sabe, atrás de tudo isso, tem no fundo a mesma pessoa que eu estava procurando ser?

Que espontaneamente vai ser quem queria. Que come alface porque quer. Que corre porque gosta. Que grava vídeos e posta no blog todo dia porque se sente livre pra dizer o que pensa.

Só um desabafo. E que delícia postar isso aqui, como eu nunca faria antes.

Érica Hans

escrito por
erica
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16/04/2015

woman like a superheroVocê quer ser poderosa? Que tal aprender com quem dominou o mundo ao longo da história? Parece bom, não?

Essa é a missão do livro as 48 leis do poder. Se utilizando de histórias reais e algumas fábulas, os autores Robert Greene e Joost Elffer contam como poderosos ao decorrer da história agiam, pensavam e criavam suas estratégias.

Segundo os autores, a habilidade de dominar as emoções é o fundamento básico do poder. “Controle seus sentimentos e você terá o outro nas mãos.”

Essas leis são um tanto controversas pois podem soar como um manual de dissimulação. Cabe a você encontrar a melhor maneira de aplicá-las à sua vida.

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As 48 leis do poder 

LEI 1: NÃO OFUSQUE O BRILHO DO MESTRE

LEI 2: NÃO CONFIE DEMAIS NOS AMIGOS. APRENDA A USAR OS INIMIGOS

LEI 3: OCULTE SUAS INTENÇÕES

LEI 4: DIGA MENOS DO QUE O NECESSÁRIO

LEI 5: MUITO DEPENDE DA REPUTAÇÃO – DÊ A PRÓPRIA VIDA PARA DEFENDÊ-LA

LEI 6: CHAME A ATENÇÃO A QUALQUER PREÇO

LEI 7: FAÇA COM QUE OS OUTROS TRABALHAREM POR VOCÊ MAS SEMPRE FIQUE COM O CRÉDITO

LEI 8: FAÇA AS PESSOAS VIREM ATÉ VOCÊ – USE UMA ISCA, SE FOR PRECISO

LEI 9: VENÇA POR SUAS ATITUDES NÃO DISCUTA

LEI 10: CONTÁGIO: EVITE O INFELIZ E AZARADO

LEI 11: APRENDA A MANTER AS PESSOAS DEPENDENTES DE VOCÊ

LEI 12: USE A HONESTIDADE E A GENEROSIDADE SELETIVAS PARA DESARMAR A SUA VÍTIMA

LEI 13: AO PEDIR AJUDA, APELE PARA O EGOÍSMO DAS PESSOAS, JAMAIS PARA A SUA MISERICÓRDIA OU GRATIDÃO

LEI 14: BANQUE O AMIGO. AJA COMO ESPIÃO.

LEI 15: ANIQUILE TOTALMENTE O INIMIGO

LEI 16: USE A AUSÊNCIA PARA AUMENTAR O RESPEITO E A HONRA

LEI 17: MANTENHA OS OUTROS EM UM ESTADO LATENTE DE TERROR: CULTIVE UMA ATMOSFERA DE IMPREVISIBILIDADE

LEI 18: NÃO CONSTRUA FORTALEZAS PARA SE PROTEGER – O ISOLAMENTO É PERIGOSO

LEI 19: SAIBA COM QUEM ESTÁ LIDANDO – NÃO OFENDA A PESSOA ERRADA

LEI 20: NÃO SE COMPROMETA COM NINGUÉM

LEI 21: FAÇA-SE DE OTÁRIO PARA PEGAR OS OTÁRIOS – PAREÇA MAIS BOBO DO QUE O NORMAL

LEI 22: USE A TÁTICA DA RENDIÇÃO: TRANSFORME A FRAQUEZA EM PODER

LEI 23: CONCENTRE AS SUAS FORÇAS

LEI 24: REPRESENTE O CORTESÃO PERFEITO

LEI 25: RECRIE-SE

LEI 26: MANTENHA AS MÃOS LIMPAS

LEI 27: JOGUE COM A NECESSIDADE QUE AS PESSOAS TÊM DE ACREDITAR EM ALGUMA COISA PARA CRIAR UM SÉQUITO DE DEVOTOS

LEI 28: SEJA OUSADO

LEI 29: PLANEJE ATÉ O FIM

LEI 30: FAÇA AS SUAS CONQUISTAS PARECEREM FÁCEIS

LEI 31: CONTROLE AS OPÇÕES: QUEM DÁ AS CARTAS É VOCÊ

LEI 32: DESPERTE A FANTASIA DAS PESSOAS

LEI 33: DESCUBRA O PONTO FRACO DE CADA UM

LEI 34: SEJA ARISTOCRÁTICO AO SEU PRÓPRIO MODO: AJA COMO UM REI PARA SER TRATADO COMO TAL

LEI 35: DOMINE A ARTE DE SABER O TEMPO CERTO

LEI 36: DESPREZE O QUE NÃO PUDER TER: IGNORAR É A MELHOR VINGANÇA

LEI 37: CRIE ESPETÁCULOS ATRAENTES

LEI 38: PENSE COMO QUISER, MAS COMPORTE-SE COMO OS OUTROS

LEI 39: AGITE AS ÁGUAS PARA ATRAIR OS PEIXES

LEI 40: DESPREZE O QUE VIER DE GRAÇA

LEI 41: EVITE SEGUIR AS PEGADAS DE UM GRANDE HOMEM

LEI 42: ATAQUE O PASTOR E AS OVELHAS SE DISPERSAM

LEI 43: CONQUISTE CORAÇÕES E MENTE

LEI 44: DESARME E ENFUREÇA COM EFEITO ESPELHO

LEI 45: PREGUE A NECESSIDADE DE MUDANÇA, MAS NÃO MUDE MUITA COISA AO MESMO TEMPO.

LEI 46: NÃO PAREÇA PERFEITO DEMAIS

LEI 47: NÃO ULTRAPASSE A META ESTABELECIDA; NA VITÓRIA APRENDA A PARAR.

LEI 48: EVITE TER UMA FORMA DEFINIDA

Fiquei bem curiosa e quero ler o livro todo. Se você também ficou interessada, pode comprar aqui ou em qualquer livraria.

 

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escrito por
erica
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26/03/2015