calça jeans como usar

Esses dias eu me dei conta de uma coisa: eu não tenho calça jeans.

Como assim? Isso mesmo. Calça jeans. O ícone mundial, versátil e a peça que todo mundo deve ter no armário.

Uma calça jeans.

Mas como é que alguém pode não ter uma calça jeans?

Simples. Pra começar eu não gosto de calça. As únicas 6 calças que eu tenho (sim, 6 calças) são sociais, coloridas ou estampadas. Mas nenhuma jeans. Eu já tive algumas, poucas, talvez 2 ou 3, e acabei dando.

Eu faço todas as minhas atividades de saia (ou vestido). Pra dormir? Camisola. Pra malhar? Shorts-saia. Pra trabalhar? Saia lápis. No inverno? Saia e meias. Minha mãe conta que desde pequena eu era assim. Me recusava a vestir calças.

Eu acho calça pouco confortável, e as jeans ainda menos. Sim, já experimentei de diversos modelos e marcas. Odeio o fato de que a cintura te aperta de alguma forma, que você senta e ela desce (o famoso “pagar cofrinho”), que a barra tem que dar certo com o sapato (dobra, sobe, corta, etc), que o botão afunda na sua barriga. É muito trabalho pra pouco retorno.

uglyjeans

Essa minha história com calças sempre foi extremamente natural.

Eu nunca optei por usar praticamente só saias ou vestidos porque eu me rebelei contra as calças, porque elas representam qualquer coisa que inconscientemente eu me conecto, porque alguém ou alguma religião me obrigou. Eu simplesmente não gosto.

jeans

E o fato de eu fazer isso naturalmente e nem ao menos tentar exaltar nunca chamou a atenção de ninguém.

Ninguém nunca apontou o dedo para mim e disse: “Ei, Érica, você não usa calça.”.

“Ei, Érica, nunca te vi de jeans”.

“Ei Érica, sua estranha. Você não tem uma calça jeans”.

Essa história parece maluca, mas contar pra vocês onde estou querendo chegar com tudo isso.

lg

Quando a gente faz alguma coisa naturalmente, espontaneamente, ela pertence a nós. Ela se comunica com nosso corpo, de forma orgânica, sem destoar.

Acredito que com moda e estilo é bem parecido.

Você precisa entender o seu corpo e principalmente: saber o que você gosta. O que você se adapta. Já experimentou usar uma luva que não cabe na sua mão? Andar num sapato que não cabe? Mesma coisa.

Eu não gosto de rasteirinha e amo salto alto. Eu amo saia e odeio calça jeans. Eu dispenso roupas que amassam muito e você tem que tomar muito cuidado para passar, por mais bonitas que sejam. Baseada nisso, eu sei o que funciona pra mim.

O que funciona para você é o que faz você se sentir confortável nos seus pés.

Se não, vai parecer que você está fantasiado. Vai chamar atenção de forma errada. Vai soar estranho.

Já parou pra pensar porque tem pessoas que podem vestir “qualquer bizarrice” e ficar bem? Porque celebridades podem ser tão extravagantes? Porque elas tem licença poética pra isso? Não. Porque elas tem segurança.

Quando você está seguro de suas escolhas e de quem você é, está tudo certo. Sejam elas de moda ou qualquer coisa na vida! Você não precisa usar calça jeans porque o mundo inteiro usa. Cortar o cabelo com a moda da vez porque alguma revista falou que é legal. Seguir as regras das revistas porque é “tendência”. Tendência do que? De quem? Pra quem e principalmente – pra que?

Em tempos de excesso de consumo que a internet provoca, é sempre bom alertar.

Seu caminho como pessoa não vai ser diferente se você fizê-lo de rasteirinha ou salto alto.

A diferença quem vai dizer é você; se você se sentir com a confiança lá em cima – até descalça você vai.

Combinados?

Ps. qualquer hora vou encontrar uma calçå jeans que eu goste. E vou usar sem medo ;)

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erica
Erica Hans tem 30 anos e quer que todo mundo seja feliz. Além disso, é sócia/diretora da Social Media St..
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24/03/2015

como lidar com ofensas

Será que você é uma pessoa “vidrinho?”
A pessoa vidrinho é aquela que se ofende com tudo.
Qualquer comentário, brincadeira e até coisa que não foi falada diretamente pra ela acaba sendo motivo de ofensa.

Se você for uma dessas pessoas, fique de olho:

Ofender-se com qualquer coisa pode ser sintoma de baixa autoestima.

– A pessoa que não se ama costuma achar que o mundo inteiro está voltado contra ela, manipulando algum plano para fazê-la se sentir mal, inferiorizada, humilhada.

– Já a pessoa que tem uma boa autoconfiança, costuma saber do seu valor e pouco se importa com muitas coisas – ou melhor, muitas vezes nem repara.

O que para uns pode ser motivo de grande ofensa, para outros passa batido.

briga de casal como lidar com ofensas

– Qual a diferença entre essas duas pessoas?

As experiências que viveram e como lidaram com essas experiências.

– As pessoas que conseguiram superar as experiências ruins, construir uma autoestima sólida e reconhecem o seu valor, dificilmente vão dar espaço para este sentimento. Podem sim ficar incomodadas, não gostar, se revoltar, mas de forma alguma vão se sentir diminuidas ou inferiorizadas por algo que foi dito.

– Por outro lado, quem ainda tem algo mal resolvido dentro de si mesmo, tende a se revoltar e se vitimizar, acreditando ter sido injustiçada pelo fato que a deixou assim.

Dito isso, pare um instante e responda pra si mesmo: como tem lidado com as “ofensas” que você recebeu até hoje? E o que pretende fazer daqui em diante?

Vale a pena pensar.

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erica
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24/02/2015

O mundo evoluiu e com isso as mulheres deixaram de saber uma porção de coisas que eram praticamente obrigatórias antigamente. Já pensou que vergonha seria não saber fritar um ovo no passado? Ou tirar mancha de vinho com algum truque especial? Vamos celebrar: hoje em dia ninguém precisa ser motivo de chacota porque não consegue passar a linha no buraco da agulha ou  a medida do café.

Confiram as 7 habilidades que as mulheres modernas não precisam mais saber

1. Costurar e bordar

habilidades mulheres antigas

Com certeza você já viu a sua avó fazendo ponto cruz, crochê, rococó, parari pororó. Também já deve ter ouvido várias vezes  que foi ela quem fez o seu vestido de formatura, baile e afins. E você mal acerta o buraco da agulha. Tá tudo certo!

2. Preparar massas, doces e bolos

mulher cozinhando desesperada

O mais perto que chegamos de um croissant é no balcão da padaria. Se for pra arriscar um bolo, é porque tá na modinha fazer o naked com tutorial do Youtube. Ninguém vai se importar se souber que você pegou o bolo de níver 15 min antes da festa direto na padoca.

3. Jardinagem

jardinagem caseira criança jardim cuidar

Eu devo ter matado todas as últimas orquídeas que ganhei. Já pensou ter que lidar com um jardim inteiro? Dá-lhe flor de plástico, hehe.

4. Fazer artesanato, pintar quadros e guardanapos 

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A não ser que você tenha uma loja no Elo7, fazer artesanato  virou terapia ocupacional ou coisa do filme do Ghost. Ufa! Mas pra ser sincera, eu sinto falta de fazer mais trabalhos artísticos manuais porque acho super legal.

5. Limpezas manuais

limpeza de salto

Pra não dizer que tem gente que mal sabe lidar com uma lava e seca. Já pensou em esfregar o sofá ou um tapetão no tanque? Socorro! Deus abençoe a máquina.

6. Tocar instrumentos

gato tocando piano

Antigamente, toda mulher que se prezasse deveria saber ao menos tocar um pouco de piano, violino, flauta… hoje em dia, passa vergonha quem não sabe quem é o último marido da Kim Kardashian. (Vergonhoso).

7. Ter a caligrafia perfeita para escrever convites e cartões

garrancho

VIVA O GARRANCHO!

 

Dessa lista eu sei: tocar piano e bordar ponto cruz. E só kkk .  E vocês?

Lembrou de mais algum? Conte nos comentários!

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19/02/2015

I'm Sorry

Vale mais a pena brigar ou respirar fundo e manter a paz?

Ter cuidado com os detalhes é o que faz a diferença em qualquer relação, seja pessoal ou profissional. É aquele e-mail corporativo que você responde extremamente educado ao invés de ser frio e direto e torna o dia menos difícil.

Se você ler qualquer revista de moda ou decoração, lá vai estar a regra básica para “impressionar” em qualquer desses dois assuntos: atenção aos detalhes. A almofada com tecido diferente complementando o sofá, o “bonequinho” trazido de alguma viagem, a pulseira em cima do relógio, a bolsa com laço amarrado na alça…

“Os detalhes são a graça de qualquer produção. São eles quem fazem toda a diferença.”

O mesmo vale para relações entre pessoas. São segundos a mais que você vai tomar para incluir um “Olá Fulano, tudo bem? Será que você poderia por favor me lembrar de enviar o documento que eu havia pedido? Preciso muito dele para poder finalizar minha tarefa” ao invés de deixar a raiva tomar porque você já pediu 50 vezes e não recebeu. Uma respiração mais profunda na hora de responder o cliente exagerado também pode facilitar a sua relação profissional.

Com os amigos, apesar da intimidade, não podemos deixar de prestar atenção. Às vezes alguém está tendo um dia ruim ou um pouco mais sensível e pode se ofender com a menor das bobagens. Ao invés de pirar e rebater, explique o que você está sentindo. Um bom exemplo? Um amigo ficou com “frescura” por algo que você disse. Pergunte se ele está bem e precisa conversar, por normalmente não reagir dessa forma. Vai fazer toda a diferença.

Quando o assunto é família, as coisas ficam piores ainda. Por conta da mesma tal da intimidade, cruzar a linha do respeito é um escorregão facinho de dar. Não é porque sua mãe, irmã, pai e primos te perdoam e sempre vão estar lá por você que você pode tomar menos cuidado ao falar alguma coisa para eles.

devidos

A partir de hoje, preste mais atenção em cada pequeno detalhe e principalmente na forma como você fala com os outros, se comporta e reage quando te fazem algo que você não gosta. Paciência vale ouro. Precisamos um dos outros e vale mais a pena respirar fundo para contornar uma situação, tomar aquele cuidado na hora de responder algo que te irritou mas garantir que você e a outra pessoa poderão continuar vivendo em harmonia juntos do que ficar sozinho e achar que você está certo.

Como diria aquela frase – O que você prefere? Ter razão ou ser feliz?

Prefira a felicidade. E os detalhes podem te ajudar com que ela esteja com você sempre.

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erica
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29/01/2015